Já não os tenho. Nunca os tive todos. Não cheguei a a conhecer o meu avô paterno. Sendo diferentes, na memória que tenho de todos eles há um fio condutor comum...o seu tempo, a utilização que faziam do seu tempo..
Tempo de generosidade, de entrega de um legado, de tolerância, de desprendimento, de sabedoria...enfim, um tempo que no seu tempo não é nunca devidamente valorizado.
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O tempo dos avós é o tempo de um amor desinteressado e profundo...de felicidade na dádiva. Soubesse eu o que sei hoje...
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"Terra"



